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Religião - Arquidiocese proibe missas de cura

Postado Por: Web Rádio Cidade Gospel As segunda-feira, 28 de maio de 2012 | 08:21:00


O arcebispo, dom Washington Cruz, assinou decreto que proíbe a realização de missas de cura, em Goiânia. A ordem da Arquidiocese de Goiânia é uma forma de evitar os recorrentes erros litúrgicos cometidos por padres durante as celebrações.
As missas de cura se caracterizam como uma maneira de Sacramento, com interesse no restabelecimento da saúde dos enfermos. Esse tipo de celebração explora a emotividade dos fiéis e normalmente é realizada por padres ligados à Renovação Carismática Católica (RCC). Junto com as missas de cura também são promovidos exorcismos, unções e orações de libertação.
A expressão Missa de Cura entrou no vocabulário católico nos últimos anos, não apenas no Brasil, mas em diversas partes do mundo, sobretudo por influência do movimento carismático ou pentecostal católico, que nasceu nos Estados Unidos alguns anos após o término do Concílio Vaticano II, em 1657.
De acordo com a Assessoria de Imprensa da Arquidiocese de Goiânia, o documento é uma forma de reforçar o que já é condenado pelo Vaticano, que acredita que essa prática altera gravemente o sentido da vida sacramental da Igreja. No decreto de Dom Washigton, a decisão tomada na Conferência Nacional dos Bispos, que aconteceu em 1994 é citada. Nela estabeleceu-se que “nas celebrações não se introduzam elementos estranhos à tradição litúrgica da Igreja ou que estejam em desacordo com o Magistério ou aquilo que é exigido pela própria índole de celebração”.
A Instrução ‘Ardens felicitalis’, da Congregação para a Doutrina da Fé, também faz parte do documento para ressaltar que a “própria Igreja na sua liturgia pede ao Senhor pela saúde dos enfermos". No entanto, as orações de cura, litúrgicas ou não, ficam terminantemente proibidas de serem inseridas na celebração da Santíssima Eucaristia, dos Sacramentos e da Liturgia das Horas.
O decreto de Dom Washington também determina que os instrumentos, litúrgicos ou não litúrgicos, sejam analisados pelo bispo e também proíbe a realização de orações diferentes da liturgia durante a celebração da eucaristia.
A reportagem do DM tentou contato com o arcebispo de Goiânia, dom Washington Cruz, mas ele não pôde falar porque estava em encontro com jovens em Trindade. O bispo auxiliar da Arquidiocese de Goiânia, dom Waldemar Passini Dalbello também não pôde falar com nossa equipe porque se encontrava em reunião em Brasília.

Fonte:DM


O arcebispo, dom Washington Cruz, assinou decreto que proíbe a realização de missas de cura, em Goiânia. A ordem da Arquidiocese de Goiânia é uma forma de evitar os recorrentes erros litúrgicos cometidos por padres durante as celebrações.
As missas de cura se caracterizam como uma maneira de Sacramento, com interesse no restabelecimento da saúde dos enfermos. Esse tipo de celebração explora a emotividade dos fiéis e normalmente é realizada por padres ligados à Renovação Carismática Católica (RCC). Junto com as missas de cura também são promovidos exorcismos, unções e orações de libertação.
A expressão Missa de Cura entrou no vocabulário católico nos últimos anos, não apenas no Brasil, mas em diversas partes do mundo, sobretudo por influência do movimento carismático ou pentecostal católico, que nasceu nos Estados Unidos alguns anos após o término do Concílio Vaticano II, em 1657.
De acordo com a Assessoria de Imprensa da Arquidiocese de Goiânia, o documento é uma forma de reforçar o que já é condenado pelo Vaticano, que acredita que essa prática altera gravemente o sentido da vida sacramental da Igreja. No decreto de Dom Washigton, a decisão tomada na Conferência Nacional dos Bispos, que aconteceu em 1994 é citada. Nela estabeleceu-se que “nas celebrações não se introduzam elementos estranhos à tradição litúrgica da Igreja ou que estejam em desacordo com o Magistério ou aquilo que é exigido pela própria índole de celebração”.
A Instrução ‘Ardens felicitalis’, da Congregação para a Doutrina da Fé, também faz parte do documento para ressaltar que a “própria Igreja na sua liturgia pede ao Senhor pela saúde dos enfermos". No entanto, as orações de cura, litúrgicas ou não, ficam terminantemente proibidas de serem inseridas na celebração da Santíssima Eucaristia, dos Sacramentos e da Liturgia das Horas.
O decreto de Dom Washington também determina que os instrumentos, litúrgicos ou não litúrgicos, sejam analisados pelo bispo e também proíbe a realização de orações diferentes da liturgia durante a celebração da eucaristia.
A reportagem do Diário da Manhã tentou contato com o arcebispo de Goiânia, dom Washington Cruz, mas ele não pôde falar porque estava em encontro com jovens em Trindade. O bispo auxiliar da Arquidiocese de Goiânia, dom Waldemar Passini Dalbello também não pôde falar com nossa equipe porque se encontrava em reunião em Brasília.
O arcebispo, dom Washington Cruz, assinou decreto que proíbe a realização de missas de cura, em Goiânia. A ordem da Arquidiocese de Goiânia é uma forma de evitar os recorrentes erros litúrgicos cometidos por padres durante as celebrações.
As missas de cura se caracterizam como uma maneira de Sacramento, com interesse no restabelecimento da saúde dos enfermos. Esse tipo de celebração explora a emotividade dos fiéis e normalmente é realizada por padres ligados à Renovação Carismática Católica (RCC). Junto com as missas de cura também são promovidos exorcismos, unções e orações de libertação.
A expressão Missa de Cura entrou no vocabulário católico nos últimos anos, não apenas no Brasil, mas em diversas partes do mundo, sobretudo por influência do movimento carismático ou pentecostal católico, que nasceu nos Estados Unidos alguns anos após o término do Concílio Vaticano II, em 1657.
De acordo com a Assessoria de Imprensa da Arquidiocese de Goiânia, o documento é uma forma de reforçar o que já é condenado pelo Vaticano, que acredita que essa prática altera gravemente o sentido da vida sacramental da Igreja. No decreto de Dom Washigton, a decisão tomada na Conferência Nacional dos Bispos, que aconteceu em 1994 é citada. Nela estabeleceu-se que “nas celebrações não se introduzam elementos estranhos à tradição litúrgica da Igreja ou que estejam em desacordo com o Magistério ou aquilo que é exigido pela própria índole de celebração”.
A Instrução ‘Ardens felicitalis’, da Congregação para a Doutrina da Fé, também faz parte do documento para ressaltar que a “própria Igreja na sua liturgia pede ao Senhor pela saúde dos enfermos". No entanto, as orações de cura, litúrgicas ou não, ficam terminantemente proibidas de serem inseridas na celebração da Santíssima Eucaristia, dos Sacramentos e da Liturgia das Horas.
O decreto de Dom Washington também determina que os instrumentos, litúrgicos ou não litúrgicos, sejam analisados pelo bispo e também proíbe a realização de orações diferentes da liturgia durante a celebração da eucaristia.
A reportagem do Diário da Manhã tentou contato com o arcebispo de Goiânia, dom Washington Cruz, mas ele não pôde falar porque estava em encontro com jovens em Trindade. O bispo auxiliar da Arquidiocese de Goiânia, dom Waldemar Passini Dalbello também não pôde falar com nossa equipe porque se encontrava em reunião em Brasília.
O arcebispo, dom Washington Cruz, assinou decreto que proíbe a realização de missas de cura, em Goiânia. A ordem da Arquidiocese de Goiânia é uma forma de evitar os recorrentes erros litúrgicos cometidos por padres durante as celebrações.
As missas de cura se caracterizam como uma maneira de Sacramento, com interesse no restabelecimento da saúde dos enfermos. Esse tipo de celebração explora a emotividade dos fiéis e normalmente é realizada por padres ligados à Renovação Carismática Católica (RCC). Junto com as missas de cura também são promovidos exorcismos, unções e orações de libertação.
A expressão Missa de Cura entrou no vocabulário católico nos últimos anos, não apenas no Brasil, mas em diversas partes do mundo, sobretudo por influência do movimento carismático ou pentecostal católico, que nasceu nos Estados Unidos alguns anos após o término do Concílio Vaticano II, em 1657.
De acordo com a Assessoria de Imprensa da Arquidiocese de Goiânia, o documento é uma forma de reforçar o que já é condenado pelo Vaticano, que acredita que essa prática altera gravemente o sentido da vida sacramental da Igreja. No decreto de Dom Washigton, a decisão tomada na Conferência Nacional dos Bispos, que aconteceu em 1994 é citada. Nela estabeleceu-se que “nas celebrações não se introduzam elementos estranhos à tradição litúrgica da Igreja ou que estejam em desacordo com o Magistério ou aquilo que é exigido pela própria índole de celebração”.
A Instrução ‘Ardens felicitalis’, da Congregação para a Doutrina da Fé, também faz parte do documento para ressaltar que a “própria Igreja na sua liturgia pede ao Senhor pela saúde dos enfermos". No entanto, as orações de cura, litúrgicas ou não, ficam terminantemente proibidas de serem inseridas na celebração da Santíssima Eucaristia, dos Sacramentos e da Liturgia das Horas.
O decreto de Dom Washington também determina que os instrumentos, litúrgicos ou não litúrgicos, sejam analisados pelo bispo e também proíbe a realização de orações diferentes da liturgia durante a celebração da eucaristia.
A reportagem do Diário da Manhã tentou contato com o arcebispo de Goiânia, dom Washington Cruz, mas ele não pôde falar porque estava em encontro com jovens em Trindade. O bispo auxiliar da Arquidiocese de Goiânia, dom Waldemar Passini Dalbello também não pôde falar com nossa equipe porque se encontrava em reunião em Brasília.
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